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Abrablin

                        
Assaltos em condomínios aumentam e, com medo, moradores investem em segurança


Muros altos e alarmes não estão sendo suficientes para inibir a ação de assaltantes que rondam bairros nobres de São Paulo. Casos de furtos e roubos a condomínios têm crescido de forma assustadora. Com medo do aumento no número de ocorrências, moradores estão investindo no reforço de sua segurança.

Além de ampliar o número de vigias e seguranças, muitos edifícios estão recorrendo à blindagem de suas guaritas e até mesmo de fachadas inteiras em busca de maior proteção. Com vidros à prova de balas e paredes revestidas com chapas de aço, que suportam disparos de Magnum .44, as guaritas blindadas são verdadeiros abrigos para os funcionários que fazem a segurança dos moradores e frequentadores do edifício.

“Numa guarita blindada, o funcionário tem proteção suficiente para tomar providências em caso de emergência, como acionar a polícia”. 
 
Para ser eficiente e garantir segurança, esse tipo de serviço exige cuidados especiais por parte dos interessados. “Não adianta blindar uma guarita sem instruir a pessoa que trabalhará lá dentro. Ela não pode cometer erros, como deixar a porta aberta ou sair para receber encomendas, por exemplo”, alerta Emerson. “Nos portões dos edifícios e até mesmo de casas, é preciso que haja um passa-volumes que, ao ser aberto para o entregador, esteja fechado do lado interno, evitando qualquer tipo de visualização e contato”, explica o executivo da Abrablin.

Profissionais especializados

Um cuidado imprescindível que o usuário da blindagem arquitetônica deve tomar se refere à escolha da empresa que executará o serviço. “Certifique-se de que a empresa tem realmente know-how para o trabalho, é idônea e possui regularização junto ao Exército Brasileiro para fazer a blindagem, para que não haja problemas quanto à certificação e autorização para fabricação e instalação dos produtos controlados. É preciso checar se ela possui Certificado de Registro (CR) junto ao Exército – sem esse documento, ela está funcionando irregularmente –, além do Título de Registro (TR) e o Relatório Técnico Experimental (ReTEx) do fabricante dos materiais a serem instalados, emitidos também pelas Forças Armadas (Exército), dizendo se esses produtos testados foram ou não aprovados.

“O processo de blindagem também é bem mais complexo do que simplesmente um reforço de concreto nas paredes ou de colocação de produtos nos vidros, o que exige pessoal extremamente qualificado para executá-lo”.

A Abrablin alerta ainda para as ofertas de algumas empresas de executar a blindagem em apenas algumas partes isoladas. “Não existe blindagem parcial. O serviço deve ser executado não só na parte transparente (vidros), mas em toda a parte opaca, para que os moradores, aí sim, estejam integralmente protegidos”, explica o executivo da entidade. Em caso de dúvidas, procure a Abrablin, que está à disposição para dar todas as informações necessárias (www.abrablin.com.br).




17/10/2016 0:00:00
Falsos militares estão procurando empresas blindadoras oferecendo....

17/10/2016 0:00:00
Falsos militares estão procurando empresas blindadoras.....

29/6/2015 0:00:00